Minha jornada na Turma 29 do Academia de Talentos – Design Thinking

No meu terceiro dia de curso, me deparo com um tema que já havia visto na faculdade,

infelizmente apenas no meu último ano, nos meus últimos dias de graduação: Design Thinking.

Na ocasião havia sido uma aula inspiradora, que realmente levanta a nossa autoconfiança e

perspectiva com relação à nossa criatividade.

Mas será que somos criativos? Essa foi a primeira pergunta feita pela palestrante Samantha

Rosa, gerente de produtos na categoria Premium do banco Volkswagen. SIM! Claro que SIM.

Essa foi a nossa resposta após certa hesitação. Por que hesitar em dizer que somos capazes de

transformar a nossa realidade ou superar dificuldades com ideias novas ou ressignificadas?

Sim, hesitamos, mas sabíamos que estávamos prestes a descobrir mais uma habilidade que

por vezes parece escondida, mas é inerente ao ser humano: a capacidade de dar e propor

soluções para os problemas.

“De que adianta aparecer com um problema se você não vier com uma proposta de

solucionar?” questionou a palestrante. Ainda de acordo com ela, não estaríamos sendo

diferentes de máquinas que tratam de identificar que há problemas. Um sensor ou dispositivo

pode fazer isso. Então se não chegarmos com uma proposta de solução, não estaremos sendo

criativos e diferentes, não teríamos destaque em relação a uma máquina ou dispositivo.

De fato, o que mais me intrigou nessa palestra foi ver que coisas que eu fazia no meu cotidiano
estavam sendo listadas como importantes para o desenvolvimento do processo criativo. Ouço
podcasts em inglês sobre diversos temas, procuro ler livros com histórias inspiradoras, com
problemas que pareciam impossíveis e foram resolvidos, sempre penso em como poderia
melhorar algo que está na sociedade ao meu redor. Se eu estou fazendo estes movimentos,
por que será que não me considerava uma pessoa criativa?
O grande ponto do Design Thinking é te inspirar e mostrar como você tem capacidade para
fazer o que quiser dependendo da sua força de vontade. Acredito que essa palestra foi capaz
de derrubar uma barreira que eu tinha com relação à confiança. Sabendo que o meu perfil é
criativo, me conhecendo melhor, as coisas começaram a fluir naturalmente e as soluções
tendem a aparecer naturalmente.

Por Rodrigo Oliveira Telini, Engenheiro Mecânico e ICFer da Turma 29.

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