Minha jornada na Turma 29 do Academia de Talentos – Finanças Pessoais

E lá vamos nós para mais um textão contando um pouco mais sobre minha experiência na Turma 29 do CEO do Futuro. Neste encontro o assunto foi sobre algo que está relacionado intimamente à nossa vida pessoal e aos nossos sonhos: Finanças Pessoais.


A palestrante Cristiane Guimarães estava inspirada a fazer com que nós visualizássemos os pontos mais importantes das nossas vidas e começássemos a projetar o quanto seria necessário trabalhar duro para realizar os nossos sonhos.


Aliás, o começo foi justamente falando de sonhos. Viagem, intercâmbio, bens materiais, bens pessoais, não importa. Todos têm algum tipo de sonho. Temos de saciá-los, vivenciá-los, explorá-los. Vivemos para isso.


Contudo, os sonhos, em sua grande maioria, têm um custo financeiro para que possam ser realizados. Não podemos simplesmente esperar que apareça uma oportunidade de realizar o sonho. Nós temos de planejá-la antes, para podermos executá-la com segurança financeira e sem depender de ninguém além de nós mesmos.


Sim, independência financeira. O sonho de consumo de todos nós que estamos nos formando e ingressando no mercado de trabalho. Mas será que temos condições para isso já? Ganhamos tão pouco hoje (Isso quando ganhamos alguma coisa!). Essa palestra veio no momento certo para mim e, acredito que para toda a turma também.


Neste dia aprendemos conceitos importantes sobre como enriquecer. Sim, por que não? De acordo com a Cristiane, não é difícil. É uma questão de tempo, de investimento, de abrir mão de prazeres no presente para pensar no futuro. Mas será que vale a pena pensar em algo tão distante, que não sabemos se iremos vivenciar ou não?


Esta última pergunta reflete bem o que vejo na minha geração. Somos imediatistas. Nossos pais e avós começaram a trabalhar cedo e já pensavam na aposentadoria. Nós queremos ficar ricos hoje e aproveitar ao máximo enquanto temos saúde para isso.


Sim, vale a pena pensar no futuro. Principalmente porque um dia ele vai chegar. E nesse dia, será o presente. E teremos filhos, com contas para pagar, escola, faculdade… Não seremos ricos se começarmos a pensar nessas coisas daqui a 10 ou 20 anos. Pelo contrário, teremos uma chance enorme de falhar conosco e com nossos dependentes.


Um aspecto importante deste encontro foi a perspectiva de tempo que nós devemos ter, pois este passa, e não volta mais. Só podemos seguir para frente. O passado já foi, o futuro ainda virá. O presente está aqui, acredite se quiser, presente! Mas ele é traiçoeiro, pois sempre estaremos nele, e não podemos nos dar o luxo de esquecer que o tempo está passando e estamos envelhecendo. Cabe a nós tomar as atitudes corretas para nos salvaguardar das intempéries da vida.


Além disso, o grande ponto dessa palestra é que somos jovens, devemos começar a poupar, investir já, temos por volta de 40 anos para isso. Não devemos ter vergonha de ganhar dinheiro, muito menos de guardá-lo. Devemos gastá-lo de acordo com nossas vontades e desejos, mas com certos limites e controles, de acordo com o nosso planejamento.

Por fim, acredito que, depois deste dia, ser bem-sucedido financeiramente não é uma mera questão de sorte ou destino. Temos a obrigação de o sermos, e de passarmos para as futuras gerações o conhecimento sobre este tema, pois só assim seremos capazes de começar a mudar destino de nosso país acerca de economia e consumo, chegando ao que seria uma verdadeira condição ideal: pessoas consumindo corretamente, eficientemente e sem se afogarem nas dívidas.

Por Rodrigo Oliveira Telini, Engenheiro Mecânico e ICFer da Turma 29.

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